Acreditar.
É isso que fazemos o tempo inteiro. Por mais que o mundo avise, que os indícios sejam evidentes, que o seu sexto sentido alarde. Nós sempre acreditamos que o melhor pode acontecer. Bem, poder até pode. Mas as coisas são do jeito que são e não do jeito que nós esperamos.
As pessoas são baús com fundos falsos. Quando você acha que conhece, que não tem mais como a gente se surpreender, não tem pra onde deixar escapar, vem uma decepção. Rasteira da vida. É como se o menino Deus falasse lá de cima "mais uma pra você lembrar quem é que manda". As decepções da vida sempre me deixam em estado de descrença da humanidade. E ainda tem sempre aquele que fala "mas quando a gente sofre, a gente cresce". Será? Não acredito que isso seja crescer ou amadurecer, ao contrário. Acho que pessoas que muito sofrem acabam regridindo, se isolando e até deixando de sentir. E quem não sente nada, não evoluiu.
E lá vamos nós em mais uma aventura da vida. Mais uma vez acreditamos "comigo pode ser diferente". Não foi. E vamos fazer o quê? Escrever 'burros' em nossas testas, só porque acreditamos que poderíamos ser felizes, que dessa vez o destino poderia ajudar um pouquinho e que as pessoas não mentiriam? Que falsidade não ia ter vez, que as palavras bonitas, como poemas, seriam de alma e coração. Não foram. Mais uma vez, não foram.
O estado pós decepção é horrível. A gente não tem vontade de nada, de ver ninguém, de ser ninguém. A gente só pensa que nunca mais vai crer, nunca mais vai achar que vai dar certo de novo. Mas vai, vai sim. E, de novo, algum dia desses, a gente vai achar que vai ser diferente. E, de novo, a gente vai achar que daquela vez, é A vez. Tentar. É assim que nós fazemos, é o que temos pra fazer. Tentar. Respirem fundo. Um, dois, três... Recomece.
quarta-feira, 18 de maio de 2011
terça-feira, 17 de maio de 2011
As coisas nunca ficam da mesma forma por muito tempo. Vivemos reinventando nossas vidas, nossos sentimentos, nossas maneiras de dizer alguma coisa, as gírias, o penteado. Somos cópias do que fomos ontem, projeções de amanhã. Somos, somos sim.
Isso é ainda mais presente na gente, que por bem ou por mal, somos a tal geração Y, a juventude das tantas janelinhas abertas ao mesmo tempo, da moda efêmera, do segundo que vale por uma eternidade e dos minutos que não valem nada. Nós, frenéticos, compulsivos, neuróticos, vivemos em uma eterna mania de ser. Ser o tempo inteiro. Mas não a mesma coisa durante todo o tempo.
E aí vem o destino e prega uma peça. Deixa sua vida monótona? Sua faculdade morta? Sua cidade com o eterno mais do mesmo? O que anda acontecendo com a gente?
Bem, no início eu achei que era só comigo. Até escrevi um texto no blog, recentemente, afirmando o quanto eu gostaria de morar numa caverna, visto que ando sem saco para o mundo. Mas minha angústia quando compartilhada com outras pessoas foi dada como comum. Estamos cansados. Cansados do nada. Queremos mais, mais de algo que ainda não veio. Mas, queremos.
Hoje estava com uma amiga, no carro, com a cidade passando ao nosso redor e pensando "vamos a algum lugar que nunca fomos, mudar o jeito de se vestir, cortar o cabelo...". A gente ria, porque se não fosse trágico, seria cômico.
Só queremos tentar. Tentar algo novo, tentar que dê certo. Tentar ter surpresas, tentar ser feliz, tentar ter uma explosão de sentimentos, chorar, sentir a perna tremer, odiar, amar, fechar os olhos, ficar em silêncio, segurar a mão de alguém.
Estamos esperando.
Com ou sem emoção? Com emoção, sempre.
Isso é ainda mais presente na gente, que por bem ou por mal, somos a tal geração Y, a juventude das tantas janelinhas abertas ao mesmo tempo, da moda efêmera, do segundo que vale por uma eternidade e dos minutos que não valem nada. Nós, frenéticos, compulsivos, neuróticos, vivemos em uma eterna mania de ser. Ser o tempo inteiro. Mas não a mesma coisa durante todo o tempo.
E aí vem o destino e prega uma peça. Deixa sua vida monótona? Sua faculdade morta? Sua cidade com o eterno mais do mesmo? O que anda acontecendo com a gente?
Bem, no início eu achei que era só comigo. Até escrevi um texto no blog, recentemente, afirmando o quanto eu gostaria de morar numa caverna, visto que ando sem saco para o mundo. Mas minha angústia quando compartilhada com outras pessoas foi dada como comum. Estamos cansados. Cansados do nada. Queremos mais, mais de algo que ainda não veio. Mas, queremos.
Hoje estava com uma amiga, no carro, com a cidade passando ao nosso redor e pensando "vamos a algum lugar que nunca fomos, mudar o jeito de se vestir, cortar o cabelo...". A gente ria, porque se não fosse trágico, seria cômico.
Só queremos tentar. Tentar algo novo, tentar que dê certo. Tentar ter surpresas, tentar ser feliz, tentar ter uma explosão de sentimentos, chorar, sentir a perna tremer, odiar, amar, fechar os olhos, ficar em silêncio, segurar a mão de alguém.
Estamos esperando.
Com ou sem emoção? Com emoção, sempre.
terça-feira, 10 de maio de 2011
Tempo.
Sempre fui uma pessoa apaixonada pelo ser humano - e sou. Frases como "preciso ficar sozinho", "hoje não estou afim de ver ninguém", "não quero sair de casa" nunca fizeram parte da minha rotina. é claro que esporadicamente, sim, uma vez ou outra, aqui e ali. Mas estar de mal com o mundo, isso não é meu.
Porém, ando meio sem saco pra viver. Não quero música, não quero comida, não quero gente, não quero barulho. Mas, para continuar pulsando, eu ouço música, como, convivo com gente e vivo a sintonia da cidade. E, deus, como é triste viver sem querer. Jamais tinha passado por isso, estar sem tesão da vida, da minha vida. E, pela primeira vez em 20 anos, eu quero morar numa caverna.
Não sei o que houve, o que eu perdi ou ganhei, mas esse sentimento de desprezo pelo mundo anda me sufocando. Essa sensação de que são todos bichos idiotas, que não sentem, não enxergam, não acham engraçado. Estou à procura de alguma coisa. É, estou sim.
Para completar, ando com uma saudade imensa. Saudade dos amigos, da família, do namorado, de mim. Saudade de mim quando estou com eles, saudade deles quando estão comigo. Estou com saudade de rir, contar amenidades, esperar o tempo passar e... esperar. Esperar que as coisas simplesmente aconteçam e não correr atrás dos acontecimentos como ando fazendo. Cara, eu corro mesmo. Corro atrás de encontros rápidos com os amigos, de momentos de conversas rápidas com minha família, de momentos fora da rotina com o namorado. Quero tempo.
Vou fazer assim: vou juntar umas roupinhas, um jogo de xadrez e me mudar para uma caverna. Morar entre as pedras, ficar na solidão. Tentar entender esse peso do meu coração. Porra, eu não quero me tornar a velha sem tempo, sem vida. Onde eu estou? Aonde estou indo? Quem sou eu?
Whatever.
Sempre fui uma pessoa apaixonada pelo ser humano - e sou. Frases como "preciso ficar sozinho", "hoje não estou afim de ver ninguém", "não quero sair de casa" nunca fizeram parte da minha rotina. é claro que esporadicamente, sim, uma vez ou outra, aqui e ali. Mas estar de mal com o mundo, isso não é meu.
Porém, ando meio sem saco pra viver. Não quero música, não quero comida, não quero gente, não quero barulho. Mas, para continuar pulsando, eu ouço música, como, convivo com gente e vivo a sintonia da cidade. E, deus, como é triste viver sem querer. Jamais tinha passado por isso, estar sem tesão da vida, da minha vida. E, pela primeira vez em 20 anos, eu quero morar numa caverna.
Não sei o que houve, o que eu perdi ou ganhei, mas esse sentimento de desprezo pelo mundo anda me sufocando. Essa sensação de que são todos bichos idiotas, que não sentem, não enxergam, não acham engraçado. Estou à procura de alguma coisa. É, estou sim.
Para completar, ando com uma saudade imensa. Saudade dos amigos, da família, do namorado, de mim. Saudade de mim quando estou com eles, saudade deles quando estão comigo. Estou com saudade de rir, contar amenidades, esperar o tempo passar e... esperar. Esperar que as coisas simplesmente aconteçam e não correr atrás dos acontecimentos como ando fazendo. Cara, eu corro mesmo. Corro atrás de encontros rápidos com os amigos, de momentos de conversas rápidas com minha família, de momentos fora da rotina com o namorado. Quero tempo.
Vou fazer assim: vou juntar umas roupinhas, um jogo de xadrez e me mudar para uma caverna. Morar entre as pedras, ficar na solidão. Tentar entender esse peso do meu coração. Porra, eu não quero me tornar a velha sem tempo, sem vida. Onde eu estou? Aonde estou indo? Quem sou eu?
Whatever.
terça-feira, 19 de abril de 2011
botões escondidos.
É como descobrir um botão reserva no seu casaco preferido. Como ele estava lá o tempo inteiro e você nunca sentiu?
Há pessoas que são despidas. Você as enxerga como são. Pequenas atitudes do cotidiano as mostram fortes ou fracas, estúpidas ou leais, amigas ou falsas, carinhosas ou secas. Mas há aqueles que se guardam para os momentos mais especiais.
O poder de não se deixar descobrir. Ao contrário, deixar que os outros o definam, criem estigmas, interpretem da maneira que bem entendem. E aí, quando necessário ou simplesmente quando você quiser, tirar a carta na manga e deixar que enxerguem você mais a fundo.
Não sou o tipo de pessoa que os outros demoram muito a conhecer. Conviva comigo por dez dias, tome uma cerveja e me pergunte sobre a cicatriz que tenho no pulso, feita por uma quase tatuagem de uma boyband fracasso. Pronto, você não tem mais com o que se preocupar, não há com o que se surpreender mais tarde.
Mas fico encantada com pessoas que conseguem se demonstrar tão diferentes em momento tão oportunos. Tanto os postivos, quanto os negativos segundos. Afinal, alguém que em momentos absurdos se mostram cruéis merecem ao menos o meu reconhecimento pela falsidade. Parabéns. E a quem se mostra um gigante, ganha uma força fora do comum quando preciso, a minha admiração.
Já tive experiências boas e ruins com botões escondidos nas pessoas. Mas esse tal do ser humano é algo que eu não me canso de olhar e de amar. Viva os poderes secretos. Viva os botões escondidos.
Há pessoas que são despidas. Você as enxerga como são. Pequenas atitudes do cotidiano as mostram fortes ou fracas, estúpidas ou leais, amigas ou falsas, carinhosas ou secas. Mas há aqueles que se guardam para os momentos mais especiais.
O poder de não se deixar descobrir. Ao contrário, deixar que os outros o definam, criem estigmas, interpretem da maneira que bem entendem. E aí, quando necessário ou simplesmente quando você quiser, tirar a carta na manga e deixar que enxerguem você mais a fundo.
Não sou o tipo de pessoa que os outros demoram muito a conhecer. Conviva comigo por dez dias, tome uma cerveja e me pergunte sobre a cicatriz que tenho no pulso, feita por uma quase tatuagem de uma boyband fracasso. Pronto, você não tem mais com o que se preocupar, não há com o que se surpreender mais tarde.
Mas fico encantada com pessoas que conseguem se demonstrar tão diferentes em momento tão oportunos. Tanto os postivos, quanto os negativos segundos. Afinal, alguém que em momentos absurdos se mostram cruéis merecem ao menos o meu reconhecimento pela falsidade. Parabéns. E a quem se mostra um gigante, ganha uma força fora do comum quando preciso, a minha admiração.
Já tive experiências boas e ruins com botões escondidos nas pessoas. Mas esse tal do ser humano é algo que eu não me canso de olhar e de amar. Viva os poderes secretos. Viva os botões escondidos.
segunda-feira, 11 de abril de 2011
sexta-feira, 1 de abril de 2011
aos 15.
Olá, princesinha.
Como vai você? Há tempos não tenho notícias suas. Bem, é verdade que com toda essa correria eu não tenho lhe procurado muito. Mas, eu me lembro de você todos os dias.
Seus sonhos, eu estou tentando realizar. Muitos imprevistos. Você não tem ideia de como é fácil ter quinze anos. Se tornar adulto é mais difícil do que você pensa, mas você é muito nova para entender e continua querendo mais e mais a maturidade. Boba.
Preciso que você seja forte. Vai passar por muitas, muitas coisas ainda. Um belo dia você vai pensar que está tudo bem e não vai estar. O primeiro problema chegará cedo e você não vai saber como resolver. Vai ser a sua primeira desilusão, minha linda. Quando você vai chorar um choro sem solução.
Essa vai ser uma das fases mais importantes da sua vida, muitas pessoas vão estar ao seu lado, cuidar de você e vai ser nessa época que você vai se dar conta do que é o amor.
Alguns meses depois você vai ter o seu primeiro flerte verdadeiro. Se eu pudesse te aconselhar a tempo talvez dissesse pra você não ir tão fundo nesse lance. Pode ser que não dê em nada, sabe? Na verdade não vai dar. Mas eu sei que nem que você me ouvisse você iria acreditar.
Vai passar uns perrengues também! O dinheiro vai ficar curto, sua mãe vai ficar meio desesperada e você vai sentir o peso da maturidade chegar - quando os adultos não te poupam mais dos problemas e começam a dividir com você.
Vai sentir a dor de três mortes. Três pessoas e um coração sangrando. Essa dor você ainda nem tem noção de como vai ser grande. Mas com o passar do tempo você vai aprender a usar entorpecentes.
Vai namorar um dos seus melhores amigos. Acredite, você vai querer casar com ele um dia.
E o mais engraçado de tudo é que você vai aprender a gostar de cerveja, que hoje você tanto odeia. Sim, você vai ficar bêbada um dia.
Eu sinto saudade dos seus sonhos, da sua crença nos outros. Você não duvidava de ninguém e eu agora duvido de todo mundo. Sinto falta também da sua simplicidade, bastava pouco para ser feliz, né?
Você vai saber a emoção de receber um primeiro salário.
Ah, essas amigas que você tem agora, pois bem, são elas mesmas que vão ficar, viu? Então, se puder, não as troque por aquelas que não vão dar em nada. Ai, se você pudesse me ouvir!
Não coma tanta besteira, não tome tanto refrigerante. Você devia ter cuidado melhor de você.
Olha, princesa, hoje não somos mais uma princesa. Nós crescemos e sinto falta de você. Algo seu eu deixei lá trás. Sou feliz, não se preocupa. Mas é de um jeito diferente do quando você tinha 15 anos, eu tinha 15 anos. A felicidade se adapta. É triste, mas é bom.
Por hora, estamos bem. Saudades de algumas pessoas, felizes por conhecermos outras. E quando eu estou muito, mas muito tensa, eu tento lembrar de você e pensar no que você faria.
Como vai você? Há tempos não tenho notícias suas. Bem, é verdade que com toda essa correria eu não tenho lhe procurado muito. Mas, eu me lembro de você todos os dias.
Seus sonhos, eu estou tentando realizar. Muitos imprevistos. Você não tem ideia de como é fácil ter quinze anos. Se tornar adulto é mais difícil do que você pensa, mas você é muito nova para entender e continua querendo mais e mais a maturidade. Boba.
Preciso que você seja forte. Vai passar por muitas, muitas coisas ainda. Um belo dia você vai pensar que está tudo bem e não vai estar. O primeiro problema chegará cedo e você não vai saber como resolver. Vai ser a sua primeira desilusão, minha linda. Quando você vai chorar um choro sem solução.
Essa vai ser uma das fases mais importantes da sua vida, muitas pessoas vão estar ao seu lado, cuidar de você e vai ser nessa época que você vai se dar conta do que é o amor.
Alguns meses depois você vai ter o seu primeiro flerte verdadeiro. Se eu pudesse te aconselhar a tempo talvez dissesse pra você não ir tão fundo nesse lance. Pode ser que não dê em nada, sabe? Na verdade não vai dar. Mas eu sei que nem que você me ouvisse você iria acreditar.
Vai passar uns perrengues também! O dinheiro vai ficar curto, sua mãe vai ficar meio desesperada e você vai sentir o peso da maturidade chegar - quando os adultos não te poupam mais dos problemas e começam a dividir com você.
Vai sentir a dor de três mortes. Três pessoas e um coração sangrando. Essa dor você ainda nem tem noção de como vai ser grande. Mas com o passar do tempo você vai aprender a usar entorpecentes.
Vai namorar um dos seus melhores amigos. Acredite, você vai querer casar com ele um dia.
E o mais engraçado de tudo é que você vai aprender a gostar de cerveja, que hoje você tanto odeia. Sim, você vai ficar bêbada um dia.
Eu sinto saudade dos seus sonhos, da sua crença nos outros. Você não duvidava de ninguém e eu agora duvido de todo mundo. Sinto falta também da sua simplicidade, bastava pouco para ser feliz, né?
Você vai saber a emoção de receber um primeiro salário.
Ah, essas amigas que você tem agora, pois bem, são elas mesmas que vão ficar, viu? Então, se puder, não as troque por aquelas que não vão dar em nada. Ai, se você pudesse me ouvir!
Não coma tanta besteira, não tome tanto refrigerante. Você devia ter cuidado melhor de você.
Olha, princesa, hoje não somos mais uma princesa. Nós crescemos e sinto falta de você. Algo seu eu deixei lá trás. Sou feliz, não se preocupa. Mas é de um jeito diferente do quando você tinha 15 anos, eu tinha 15 anos. A felicidade se adapta. É triste, mas é bom.
Por hora, estamos bem. Saudades de algumas pessoas, felizes por conhecermos outras. E quando eu estou muito, mas muito tensa, eu tento lembrar de você e pensar no que você faria.
quarta-feira, 16 de março de 2011
Um ano e oito meses. Pode parecer pouco, mas durante esse período eu mudei, você mudou e o mundo também se transformou. É sério, sabia?
O Obama ganhou o prêmio Nobel. A Hora do Planeta fez 37 países do mundo inteiro apagarem as luzes, protestando contra o aquecimento global. Adriano, jogador de futebol, deu um tempo do esporte. A grpe suína se alastrou e todo mundo começou a andar com álcool em gel na bolsa. Eu fiquei loira. Saramago morreu. Suzana Vieira pagou peitinho. Avatar foi o filme mais assistido da história. José Padilha lançou Tropa de Elite2. A Echo Lemonade virou Foxy Trio. Faustão ficou magro. Você tirou o aparelho. Eu voltei a ser morena. O Brasil elegeu uma mulher para ser Presidente. Mark Zuckerberg é um dos homens mais ricos do mundo. Você assiste Rush no Rio de Janeiro. Os Los Hermanos fazem turnê de despedida, entre as cidades, Recife. A gente começa a trabalhar. O mundo deu 612 voltas. 14688 horas se passaram.
Acho clichê dizer que eu amo mais você a cada dia. Talvez eu já ame você com todo o meu coração há muito tempo. O que muda, sem dúvidas, a cada dia é mais amor que eu sinto pela gente. Sinto amor por você, pelo que a gente vive, pelo que a gente vai viver. E quando eu fecho os olhos e posso ter a certeza que você me ama, a felicidade toma conta de mim. Vou te amar todos os dias. Vou te amar por mais mil dias. Vou te amar, te amar, te amar. Te amo. Feliz um ano e oito meses de amor. Feliz vida, minha vida. Feliz amor, meu amor.
O Obama ganhou o prêmio Nobel. A Hora do Planeta fez 37 países do mundo inteiro apagarem as luzes, protestando contra o aquecimento global. Adriano, jogador de futebol, deu um tempo do esporte. A grpe suína se alastrou e todo mundo começou a andar com álcool em gel na bolsa. Eu fiquei loira. Saramago morreu. Suzana Vieira pagou peitinho. Avatar foi o filme mais assistido da história. José Padilha lançou Tropa de Elite2. A Echo Lemonade virou Foxy Trio. Faustão ficou magro. Você tirou o aparelho. Eu voltei a ser morena. O Brasil elegeu uma mulher para ser Presidente. Mark Zuckerberg é um dos homens mais ricos do mundo. Você assiste Rush no Rio de Janeiro. Os Los Hermanos fazem turnê de despedida, entre as cidades, Recife. A gente começa a trabalhar. O mundo deu 612 voltas. 14688 horas se passaram.Acho clichê dizer que eu amo mais você a cada dia. Talvez eu já ame você com todo o meu coração há muito tempo. O que muda, sem dúvidas, a cada dia é mais amor que eu sinto pela gente. Sinto amor por você, pelo que a gente vive, pelo que a gente vai viver. E quando eu fecho os olhos e posso ter a certeza que você me ama, a felicidade toma conta de mim. Vou te amar todos os dias. Vou te amar por mais mil dias. Vou te amar, te amar, te amar. Te amo. Feliz um ano e oito meses de amor. Feliz vida, minha vida. Feliz amor, meu amor.
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